Quando nada que você faz parece suficiente e a voz interna só sabe cobrar, a terapia ajuda você a construir uma relação mais gentil e segura consigo mesmo.
Autoestima não é arrogância nem autoconfiança inflada. É a forma como você se enxerga e se valoriza — a base a partir da qual você toma decisões, se relaciona e enfrenta desafios. Quando ela está fragilizada, surge a autocrítica constante, o medo de errar, a dificuldade de receber elogios e a sensação de nunca estar à altura.
Esses padrões costumam ter raízes antigas, em experiências e mensagens que internalizamos ao longo da vida. A boa notícia é que a forma como você se relaciona consigo pode ser transformada.
Com a TCC, identificamos os pensamentos automáticos e as crenças profundas que sustentam a autocrítica — aquelas regras rígidas do tipo “tenho que dar conta de tudo” ou “não posso falhar”. A partir daí, construímos formas mais realistas e compassivas de olhar para si.
O processo envolve reconhecer suas qualidades sem culpa, aprender a estabelecer limites, lidar com a comparação e desenvolver autocompaixão. O objetivo é uma autoestima estável, que não dependa da aprovação constante dos outros.
Identificamos a origem e os gatilhos da sua voz interna crítica.
Você aprende a questionar pensamentos rígidos e a se tratar com mais gentileza.
Construímos uma base sólida de valor próprio, menos dependente de validação externa.
A maneira como nos relacionamos com nós mesmos se forma ao longo da vida, a partir de experiências, comparações e mensagens que recebemos e internalizamos, muitas vezes na infância e adolescência. Frases ouvidas, cobranças, comparações com irmãos ou colegas e padrões inalcançáveis vão construindo regras internas rígidas, como eu preciso ser perfeito para ser aceito.
Com o tempo, essas regras viram uma voz interna automática e crítica, que parece ser a verdade. A boa notícia da TCC é justamente esta: o que foi aprendido pode ser revisto. Não dá para apagar o passado, mas dá para mudar a relação que você tem consigo no presente.
Autoestima é o valor que você atribui a si mesmo de forma geral. Autoconfiança é a crença na sua capacidade de realizar tarefas específicas. E autocompaixão é a capacidade de se tratar com a mesma gentileza que você ofereceria a um amigo querido em dificuldade.
Trabalhar a autoestima não é virar uma pessoa cheia de si, e sim construir uma base estável de valor próprio que não desmorona a cada erro ou crítica. A autocompaixão é uma das ferramentas mais poderosas nesse processo, e é treinável.
Me chame no WhatsApp, sem compromisso. Vamos conversar sobre como a terapia pode te ajudar com autoestima.
Falar com a Gleizi agora